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segunda-feira, fevereiro 13, 2012

AS MUSAS SÃO PARA SEMPRE !

quinta-feira, novembro 24, 2011



Jorge Ben nos velhos tempos... Um SET Super Especial prá voce curtir e compartilhar !

Clique no Play para ouvir e, no nome de cada música para compartilhar...



01 - Jorge Ben - As Rosas Eran Todas Amarelas

02 - Jorge Ben - Menina Mulher da Péle Preta

03 - Jorge Ben - O Circo Chegou

04 - Jorge Ben - Oba Lá Vem Ela

05 - Jorge Ben - Hermes Trimegisto

06 - Jorge Ben – Zumbi

07 - Jorge Ben - Luz Polarizada

08 - Jorge Ben – Zagueiro

09 - Jorge Ben – Menina Gata Augusta
LADY ZU - A NOITE VAI CHEGAR




Na segunda metade da década de 70, não havia ninguém mais quente no cenário da música dance brasileira do que LADY ZU. Seu maior sucesso, "A Noite Vai Chegar", incendiava as pistas das discotecas. Outro grande sucesso, "Hora de União", foi incluído na trilha-sonora da novela "Dancin' Days", uma febre nacional na época.

Dona de um timbre incomparável e grande potência vocal, LADY ZU lançou outros discos nas décadas seguintes, além de participar do projeto "Alma Negra" e em discos de outros artistas.
Reconhecida como um dos maiores nomes da música soul do Brasil, ela segue ativa, com shows por todo o país e aparições em programas de televisão e rádio.

CONFIRA TUDO SOBRE ESSA DIVA BRASILEIRA VISITANDO SEU SITE: ladyzu.net

CLIQUE AQUI PARA BAIXAR - A NOITE VAI CHEGAR

sexta-feira, abril 01, 2011

TRIBUTO À MARVIN GAYE

Há 27 anos, perdiamos um dos maiores ícones da música internacional.

Marvin Pentz Gay Jr., foi um cantor popular de soul e R&B, arranjador, multi-instrumentista, compositor e produtor. Ganhou fama internacional durante os anos 60 e 70 como artista da gravadora Motown.

Nos deixou tragicamente em 1984, mas fica um legado inconfundível... Clássicos Maravilhos como

Stop, Look, Listen e You are everything em dueto com Diana Ross, Ain't No Mountain High enough em dueto com Tammi Terrell, I Heard It Through the Grapevine, My Mistake, Let's get it on, e What's going on ...

Fica nossa homenagem a este Grande Astro da Música Negra Intenacional !!!...



What's Goin' On The Veronicas
It's 3 a.m.
São três da manhã

I start to cry
Eu começo a chorar

I'm alone again
Eu estou sozinho de novo

I try so hard not to fall in love
Tento tanto não me apaixonar

But here I am
Mas aqui estou eu

And you couldn't even pretend
E voce não conseguiu nem fingir

That you cared if this was the end
Que você se importaria se esse fosse o fim

CHORUS:
All the things you said to me
Todas as coisas que você me disse

Won't even matter
Não irão importar

Do what you want
Faça o que voce quiser

'Cause I'm not gonna save you baby
Porque não vou te salvar, meu bem

What's goin' on?
O que está acontecendo?

We don't care
Nós não nos importamos

We don't fight
Nós não brigamos

We don't even know what's wrong or right now baby
Nós nem sabemos o que é certo ou errado, meu bem

What's goin' on?
O que está acontecendo?

What's goin' on?
O que está acontecendo?

There's nothing else I can say
Não há mais nada que eu possa dizer

What can I do?
O que eu posso fazer?

We might have worked out someday
Nós podemos ter resolvido isso algum dia

But it takes two
Mas demoram dois

And you couldn't even pretend
E você não conseguiu nem fingir

That you cared if this was the end
Que se importaria se esse fosse o fim

terça-feira, junho 15, 2010

Wilson Simonal

Momento Histórico, Wilson Simonal e Sarah Vaughan

Mário Prata, de “O Estado de São Paulo”, escreveu uma crônica em 1995, apelando para que reconhececemos o talento do Grande Simonal ainda em vida...

Mais uma vez, não conseguimos abrir os olhos a tempo... Será que um dia a gente aprende ?...

Abaixo, crônica escrita por Mário Prata em 1995, retirada de sua página na internet:


O brasileiro adora esquecer e/ou perdoar. O Collor, por exemplo, fez o que fez e acho que já foi perdoado. Eleições futuras, em Alagoas e no Brasil, irão comprovar isso. O próprio PC já está sendo visto com certa simpatia pelos coleguinhas da imprensa. Os Sete Anões, vocês se lembram deles? Não deu em nada. E nem vai dar.
O Jânio que, com a sua renúncia, em 61, levou o Brasil a mais de trinta anos de incertezas e atrasos, foi depois perdoado e os paulistanos o colocaram na cadeira de prefeito que deveria ter sido de FHC. O Paiacã, que fez aquela sacanagem toda, já foi perdoado e esquecido. O Zico, que perdeu aquele pênalti contra a França na Copa de 86 já foi perdoado. Até mesmo o Joaquim Silvério dos Reis, hoje em dia é apenas mero tema para vestibulandos.

O que há de comum entre o Collor, o PC, os Sete Anões, o Jânio, o Paiacã, o Zico e o Joaquim Silvério? São todos brancos. Uns, bandidos. Outros, como o Zico, brasileiros da maior dignidade. Mas todos, brasileiros brancos.

Toda essa introdução acima é para falar do Wilson Simonal. Você sabe quem foi (ou quem é) Wilson Simonal? Um dos mais queridos e requisitados cantores dos anos sessenta. Bonachão, cheio de swing, uma voz afinadíssima, com uma inteligência rápida e rara no programa Essa Noite se Improvisa, brilhava ao lado de Chico, Caetano, Carlos Imperial, Gil, Roberto Carlos, Jair Rodrigues, Ellis. Um dia ele fez o Maracanãzinho cantar com ele, durante mais de meia hora, o Meu Limão, Meu Limoeiro. Quem não se lembra dele cantando Sá Marina? Naquele tempo o Brasil, na voz do Simona era mesmo Um País Tropical.

Pois um dia o falecido jornal O Pasquim (onde tive a honra de trabalhar em 72 e 73), há já distantes vinte e cinco anos, disse, em letras garrafais, na primeira página, que o Simonal era dedo-duro. Que ele teria entregue um ex-funcionário para "os homens". Pudera: um crioulinho daquele, com um dos maiores contratos publicitários da época - com a Shell, multinacional do imperialismo! - andando pra cima e pra baixo numa Mercedes branca com estofamento vermelho, boa coisa não podia ser. A esquerda caiu de pau, chicotes e archotes em cima do "malandro". Nunca ficou clara a acusação. Nem pretendo discutir isso aqui. O Simonal sumiu. Sumiu o homem e a carreira, a voz e a alegria do "champinhon". Soube, através do filho dele, o também músico Simoninha (de quem tenho o prazer de ser amigo) que ele quase morreu no ano passado. Não há fígado que resista a uma acusação de 25 anos. Todos os fígados do Brasil já foram anistiados. Menos o do Simonal.

Semana passada vi o Simonal num memorável programa da deliciosa Hebe Camargo. Está magro, abatido, mas a voz é firme, gostosa como sempre. De vez em quando, a imprensa entrevista o Simonal. Mas sempre, sempre, sempre, da primeira à última pergunta, o tema é o mesmo, e ele, quase desesperado, diz que aquilo já passou. Não passou não, Simonal. Você foi marcado para sofrer, por todos nós da esquerda, daquela e naquela época. Acho que o buraco é mais embaixo.

E foi pensando no Simonal que eu me lembrei do Barbosa, goleiro da seleção de 50. Barbosa, tão preto quanto o Simonal, levou um gol do Gighia no segundo tempo e o Brasil perdeu a Copa do Mundo para o Uruguai. De quem foi a culpa? Daquele crioulo safado. Desde então (e lá se vão 45 anos) nunca outro negro foi goleiro da seleção canarinha. Pelo contrário, são sempre jovens bonitos, que não falam nem menas nem qüestã, altos, alguns até loiros: Ado (mais bonito do que goleiro), Leão (que sempre pintou o cabelo), Carlos (o elegante), Waldir Perez (o careca sensual), Taffarel (o ariano puro), Zetti (o bom menino), Felix (baixo, mas branco), Castilho (um lord), Gilmar (a elegância em pessoa). Barbosa (negro) jamais foi perdoado. A culpa foi dele, já que deveria ser de alguém.

Simonal é o nosso Barbosa, levando petardos de todos os gighias brasileiros. Uma bola (ou uma bala) perdida passou por baixo dele e atingiu a sua alma negra. Um pai que tem um filho como o Simoninha, não pode ser ou ter sido tão perigoso e fdp assim. Num momento que o Brasil oferece exemplo de democracia e dignidade interna e externamente, é hora de se anistiar o Simonal. Que ele volte com sua voz gostosa e seu jeito de malandro aos palcos do Brasil. Deixemos que ele entre novamente em nossas casas, pela porta da frente. Ou pela gaveta de um CD.

Vamos anistiar o homem enquanto ele está vivo. Ele e nós.

quinta-feira, maio 13, 2010

KL Jay & Ed Motta

Stevie Wonder completa 60 anos no dia 13 de maio de 2010. E para comemorar, o aniversário do músico norte-americano, iG promoveu o encontro inusitado entre Ed Motta e KL Jay (Racionais Mc´s).

Você está assistindo à mistura das pick-ups de KL Jay com o vozeirão do professor Ed Motta.










sexta-feira, abril 16, 2010

E já se vão 12 Anos sem nosso SÍNDICO !...


Ouça: TIM MAIA - SOSSEGO


Sebastião Rodrigues Maia nasceu no Rio de Janeiro RJ em 28 de Setembro de 1942. Penúltimo de 19 irmãos, aos oito anos já compunha suas primeiras musicas. Aos 14 anos, formou seu primeiro conjunto musical, Os Tijucanos do Ritmo, no qual tocava bateria, e que durou apenas um ano. Começou a estudar violão num curso particular e formou em 1957 o conjunto Os Sputniks, que tinha também entre seus integrantes Erasmo Carlos e Roberto Carlos, tendo sido professor de violão de ambos. Em 1959, antes de completar 17 anos, com a morte do pai, foi para os EUA, onde fez cursos de inglês e iniciou carreira como vocalista, participando de um conjunto chamado The Ideals. Permaneceu nos EUA ate 1963, quando foi preso por portar maconha. Após seis meses de prisão e dois meses de espera, foi deportado para o Brasil. Seu primeiro trabalho solo foi um compacto pela CBS em 1968, que trazia as musicas Meu pais e Sentimento (ambas de sua auto- ria, como todas as musicas sem indicação de autor). Sua carreira no Brasil fortaleceu-se a partir de 1969, quando gravou um compacto simples pela Fermata com These are the Songs (regravada no ano seguinte por Elis Regina em duo com ele, e incluída no LP Em pleno verão, de Elis) e What You Want to Bet. Em 1970 gravou seu primeiro LP, Tim Maia, na Polygram, que permaneceu em primeiro lugar no Rio de Janeiro por 24 semanas. Os principais sucessos desse disco foram Coronel Antônio Bento (Luís Wanderley e João do Vale), Primavera (Cassiano) e Azul da cor do mar. Nos três anos seguintes, pela mesma gravadora, lançou os discos Tim Maia volume II (com Não quero dinheiro (Só quero amar)), Tim Maia volume III e Tim Maia volume IV, no qual se destacaram Gostava tanto de você (Edson Trindade) e Réu confesso. Em 1975 gravou os LPs Tim Maia racional vol. 1 e vol. 2. Em 1978 gravou para a Warner Tim Maia Disco Club, com um de seus maiores sucessos, Sossego.

Lançou em 1983 o LP Descobridor dos sete mares, com destaque para a música-titulo e Me de motivo (Sullivan e Massadas). Outro disco importante da década de 1980 foi Tim Maia (1986), que trazia Do Leme ao Pontal. Artista com histórico de problemas com as gravadoras, na década de 1970 fundou seu próprio selo, primeiramente Seroma e depois Vitória Regia. Por ele, lançou em 1990 Tim Maia interpreta clássicos da bossa nova, e mais tarde Voltou a clarear e Nova era glacial. Em 1993, dois acontecimentos reimpulsionaram sua carreira: a citação feita por Jorge Ben Jor em sua musica W/Brasil e uma regravação que fez de Como uma onda (Lulu Santos e Nelson Mota) para um comercial de televisão, de grande sucesso e incluída no CD Tim Maia, do mesmo ano. Assim, aumentou muito sua produtividade nesta década, gravando mais de um disco por ano com grande versatilidade: seu repertório passou a abranger bossa nova, canções românticas, funks e souls. Também teve muitas de suas musicas regravadas por artistas jovens, como Paralamas do Sucesso, Marisa Monte e Skank.

Em 1996 lançou dois CDs ao mesmo tempo: Amigo do rei, juntamente com Os Cariocas, e What a Wonderful World, com recriações de standards do soul e do pop norte-americanos dos anos de 1950 a 1970. Em 1997 lançou mais três CDs, perfazendo 32 discos em 28 anos de carreira.

Durante a gravação de um show para a TV sentiu-se mal, vindo a falecer em 15 de Março de 1998 em Niterói, após internação hospitalar em razão de infecção generalizada.

Biografia: Enciclopédia da Música Brasileira
Art Editora e PubliFolha